
Firme e forte pra alcançar meu objetivo!!!
Controle de Ingestão | ||
Basea-se no registro da quantidade, qualidade, local e horário de cada uma das refeições. Além disso, os sentimento e as situações nas quais a ingestão alimentar o ocorre. | A grande vantagem desta técnica é permitir um conhecimento detalhado dos hábitos alimentares e dos pensamentos e sentimentos disfuncionais do paciente. | |
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Controle do ato de comer | ||
Consistem em algumas técnicas que levam a diminuição da velocidade de ingestão alimentar. Alguns exemplos desta técnica: - descansar o talher entre uma garfada e outra; - fazer as refeições em um só local da casa; - fazer refeições em companhia de alguém. | São bastante úteis para melhorar a mastigação e diminuir o consumo de alimentos. | |
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Reestruturação Cognitiva | ||
Aplica-se em pacientes com determinados pensamentos disfuncionais e consiste na argumentação em relação a estes pensamentos. Alguns exemplos desta técnica: - "Todos na minha família são obesos, portanto eu não vou emagrecer". Argumento possível: "Será mais difícil emagrecer mas não impossível" | Esta técnica é aplicada individualmente por profissionais experientes. É muito utilizado em pacientes obesos com características específicas. |
Comi um pedaço de bolo no trabalho. Era aniversário de uma colega. De cara pensei "está tudo perdido!" "Vou estragar minha dieta!". Saí do escritório, passei em um Supermercado e comprei doces e sorvetes. Afinal, "perdido por um..." Em casa, devorei tudo isso e muito mais. Dor, culpa, arrependimento e... mais comida. Final de mais uma dieta!" Mais uma frustração, auto-estima lá em baixo! (Depoimento de Maria Lucia, 28 anos)".
Esse relato revela o lado "gordo" de nossa amiga. Sua forma distorcida de avaliar a realidade a levou a ter uma atitude negativa em relação a seu peso e à alimentação. Com certeza, no escritório, todos os colegas comeram uma fatia de bolo. Os de "cabeça magra" voltaram a seu trabalho e não pensaram mais no assunto. Nem ficaram planejando "compensar" o bolo na hora do jantar . Cada qual voltou para sua casa e tocou sua vida.
Já para Maria Lúcia, comer um pedaço de bolo provocou pensamentos automáticos distorcidos, do tipo "está tudo perdido", "estraguei tudo" , por causa de experiências passadas. Foi por causa desses pensamentos que ela acabou se sentindo culpada e perdeu o controle.
Esse tipo de comportamento acaba se tornando automático . E Maria Lucia se comporta assim sem perceber. Aceita, sem qualquer contestação, pensamentos distorcidos como verdadeiros sem se dar conta. Enquanto ela não aprender a "desmontar" esse comportamento, será refém de situações desse tipo. Lembre-se, pensamentos distorcidos geram comportamentos distorcidos e refletem crenças errôneas.
Mas, como desmoronar esse ciclo vicioso? Maria Lucia precisa estar atenta aos primeiros sinais de que a coisa vai acontecer. Para isso deve avaliar como os pensamentos acontecem , perguntando: "O que estou pensando agora?" , "O que se passa em minha mente?" E daí questioná-los. "SERÁ que realmente estraguei tudo? Como posso justificar isso? Bem, comi um pedaço de bolo e acrescentei algumas calorias à minha dieta HOJE, mas, se eu parar agora, não terei estragado nada!" Pronto! Estamos começando a quebrar um jeito de agir e pensar que faz mal. Assim, questionando os pensamentos negativos, podemos aos poucos substitui-los por outros mais lógicos e que podem gerar atitudes mais equilibrados. Entenda: se não me sinto culpado de ter comido um pedaço de bolo, se compreendo que isso não é o caos, posso evitar o ataque de comer.
É a sensação de falta de controle que leva à culpa, que gera ansiedade, que leva à comida e à sensação de falta de controle, que leva de novo à culpa, à ansiedade ...
Temos de romper esse ciclo. No começo do "desmanche" desse comportamento preocupe-se com o processo, não com o resultado. Este virá como conseqüência. Encare os erros como oportunidade de aprendizado, não como fracassos.
Sei que você quer e precisa emagrecer. Emagrecimento é muito mais que mais uma dieta, exercícios e medicamentos, necessários, mas não suficientes. Emagrecimento apóia-se num tripé: nutrição, atividade física e equilíbrio psicológico. Eu resumiria o aspecto psicológico em duas palavras: auto-estima. Quem quer emagrecer habitualmente rejeita a si mesmo, a seu corpo e precisa redescobrir a auto-estima, tão desgastada pela própria situação.
Preconceito social, discriminação, bombardeio de imagens excessivamente magras divulgadas pela mídia, fazem com que a pessoa que está fora de peso não se sinta “incluída”. Mas, o maior preconceito é aquele voltado contra si mesma. A depreciação e a negação que faz de si mesmo.
Quando pensar em emagrecer pergunte-se como você se avalia? O que pensa e sente a seu respeito? Como se comporta consigo próprio? É uma “boa amiga” de si mesma? Ou na maioria das vezes se critica como pessoa, mas não analisa seu comportamento? Coloca sua vida, sua essência num número da balança ou numa medida de fita métrica? Pergunte-se ainda, se quer ser magra ou emagrecer? Você se ama ou se detesta? Separa o amor de si mesma do problema de peso? Sente-se merecedora de seus objetivos?
O passo mais importante é justamente aquele que falta na maioria das candidatas a emagrecimento: UMA SÓLIDA E SINCERA AMIZADE POR SI MESMA! Aceitar-se incondicionalmente, mas não passivamente. Mudar aquilo que está a seu alcance e conviver com o que não quer ou não pode mudar. Amar-se porque existe e não se tiver manequim 38. Pense no que é bom para você, não para os outros.
Ame-se mesmo estando gorda e não se rejeite! Invista em mudança de comportamento, de estilo de vida e não em auto-agressões. Seja disciplinada, mas não algoz de si mesma! Analise e não critique. Planeje, mas se angustie inutilmente.Use o erro como oportunidade de aprender algo. Viva o presente! O passado já foi e o máximo que você pode é aprender com ele. O futuro ainda não veio. O TEMPO É HOJE!!
Por isso, se você está brigada com você mesma, FAÇA AS PAZES!
IMC | Classificação |
---|---|
abaixo de 20 | Abaixo do Peso |
20 a 25 | Peso Ideal |
25 a 30 | Sobrepeso |
30 a 35 | Obesidade Moderada (31.4) 22/08/2009 |
35 a 40 | Obesidade Severa |
40 a 50 | Obesidade Mórbida |
acima de 50 | Super Obesidade |
Classificação | Homens | Mulheres | |
---|---|---|---|
excepcionalmente baixo | 6% a 10% | 10% a 15% | |
baixo | 11% a 14% | 16% a 19% | |
ideal | 15% a 18% | 20% a 25% | |
moderado | 19% a 24% | 26% a 29% | |
excesso de gordura | maior que 25% | maior que 30% (38.34) 22/08/09 |